"O importante não é a casa onde moramos, mas onde, em nós, a casa mora."
"A viagem não começa quando se percorrem distâncias mas quando se atravessam as fronteiras interiores."
"A descoberta de um lugar exige, temporariamente, a morte do viajante."
"Quem dança não é quem levanta poeira... Quem dança é quem reinventa o chão."
"O mais importante nunca se pode fotografar (…). O que fica para sempre, o que nos revolve a alma é o que não pode ser capturado pela moldura."
(Mia Couto)
"Ás voltas com" abóboras - parte 1
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Ontem, com base na história "Que grande abóbora, Mimi!" (em versão livro), os Duendes foram desafiados a fazer duas tarefas: os mais novos a pintar uma abóbora e os mais velhos a fazer a sua representação gráfica.
Hoje, os mais velhos também pintaram uma abóbora, com base num cubo com 6 abobrinhas caracterizando 6 "estados de alma", caras caraterizadas por emoções básicas (Feliz, Brincalhona, Assustada, Assustadora, Amuada, Furiosa), cada Duende atribuiu à sua abóbora uma estado emocional...
Também fizemos abobrinhas fantoches que amanhã vão para casa.
Lemos algumas histórias sobre as sombras assustadoras e sobre o medo...
Houve tempo para brincar e realizar projetos autónomos...
Temos uma Duende que gosta de ser "professora"...
Com base em alguns livros de arte e enciclopédia que temos na sala, alguns Duendes, exploraram-nos em pequenos grupos e trabalho autónomo, elaborando desenhos cada vez mais artísticos...
Assim, paulatinamente, o nosso placard das "Ideias", vai sendo preenchido...
E escutámos algumas canções divertidas sobre Bruxas e Vampiros...Tudo personagens que metem medo...
Iniciámos a manhã com esta versão da Lenda de São Martinho, seguida da sua representação gráfica. O grupo dos mais novos (4 anos), manipulou estas imagens, realizando a composição dividindo a folha em dois: 1) quando chovia; 2) quando fez sol. O grupo dos mais velhos (5/6 anos), desenhou a lenda baseando-se nesta banda desenhada.
Para dar as boas vindas à primavera e celebrarmos o dia da árvore, fomos visitar a Quinta do Bonaparte, situada na Raposeira, Trafaria. Vimos e/ou alimentámos alguns animais (cavalo, coelho, porco anão, porquinho da índia, peru, galinhas, galo, fragas, gansos, rãs), sentimos o cheiro das ervas aromáticas (lavanda, alecrim, etc..), vimos as árvores de fruto a florir (amendoeiras, pessegueiros, ameixeiras, etc..), atravessámos um canal de rega, e, claro BRINCÁMOS muito: no escorrega grande, rebolámos na relva, jogámos à bola, percorremos duas espirais gigantes, montámos um túnel com pneus, trepámos em troncos, brincámos de cavalinho, fizemos o jogo das cadeiras e o jogo das estátuas, etc.... E ainda trouxemos pinhas abertas para replicar a experiência das pinhas que se fecham na água e se abrem ao sol. Admirámos a natureza, o espaço, o silêncio e a paisagem. Foi um dia em cheio!
Iniciámos a manhã com mais uma história da nossa colega Juca que nos falava dum" A velhinha que comeu símbolos de Natal" obrigando-nos a fazer contas... De seguida, tentámos desenhar os símbolos (os mais velhos) ou recortá-los e colá-los (os mais novos) para os colocar numa grande barriga... Também estivemos a acabar uma composição sobre a neve e o Natal... Aprendendo a fazer flocos de neve e bonecos de neve, depois de decorar (grafismos) pinheiros... Também estivemos a fazer símbolos de Natal, em massa branca, que ficaram a secar para os pintar... (mais tarde completaremos este poste com os símbolos que irão enfeitar os Pinheiros de Natal lá de casa)..