"O importante não é a casa onde moramos, mas onde, em nós, a casa mora."
"A viagem não começa quando se percorrem distâncias mas quando se atravessam as fronteiras interiores."
"A descoberta de um lugar exige, temporariamente, a morte do viajante."
"Quem dança não é quem levanta poeira... Quem dança é quem reinventa o chão."
"O mais importante nunca se pode fotografar (…). O que fica para sempre, o que nos revolve a alma é o que não pode ser capturado pela moldura."
(Mia Couto)
Rescaldo do primeiro fim de semana de tolerância em estado de emergência...
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Iniciámos a manhã a lembrar algumas partilhas realizadas no grupo de WhatsApp durante o fim de semana prolongado (tolerância nº1 do estado de emergência Covid19): 1) O aniversário de um Duende; 2) o arco-íris que um duende partilhou, combinando fazer uma experiência na sala; 3) a dança da Pulguinha Teimosa para um Duende, tipo pulguinha, ensinar aos outros Duendes...
A dança da Pulguinha Teimosa
(jogo de palmas que exige grande coordenação rítmica)
Reproduzir o arco-íris na sala...
Representação gráfica da experiência.
Na hora do lanche, conversámos sobre a necessidade de saber utilizar a nossa voz, pois os nossos Duendes, no entusiasmo das brincadeiras, esquecem-se que temos de usar "a voz de dentro" quando estamos na sala e "a voz da rua" quando estamos no recreio...
No recreio, levámos o nosso caracolário, substituindo as folhas de couve e observando os nossos caracóis...