"O importante não é a casa onde moramos, mas onde, em nós, a casa mora."
"A viagem não começa quando se percorrem distâncias mas quando se atravessam as fronteiras interiores."
"A descoberta de um lugar exige, temporariamente, a morte do viajante."
"Quem dança não é quem levanta poeira... Quem dança é quem reinventa o chão."
"O mais importante nunca se pode fotografar (…). O que fica para sempre, o que nos revolve a alma é o que não pode ser capturado pela moldura."
(Mia Couto)
Sementeira de Cravos & Papoilas
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Iniciámos a manhã com a observação de diferentes flores e plantas que nos encantaram... Umas trazidas pelos Duendes, outras pela Ester... Umas simples, outras mais sofisticadas...Umas muito cheirosas, outras menos...
Depois, como prometido, contámos a História da Papoila de Luisa Ducla Soares, seguida da representação gráfica...
E, por causa de uma certa Papoila-Borboleta vermelha que aparecia na história, a Mirna ensinou a fazer uma borboleta em Origami.
Antes do almoço, aprendemos mais duas canções lindas sobre Borboletas...
E, para ir para o almoço, ao som desta canção, a Mirna fazia umas festinhas coceguinhas, fingindo as patinhas das borboletas nas bochechas dos Duendes, que fingiam ser flores...
«Borboleta do Jardim
Eu sou flor, poisa em mim
Borboleta não te vás
Vale a pena, volta a trás.»
No recreio, estivemos a fazer a sementeira de Papoilas e de Cravos (para levar para casa no Dia da Liberdade)...
Á tarde, a pedido de muitos Duendes, contámos a história do Senhor Sonhador, seguida do desenho dos sonhos de alguns Duendes...
Iniciámos a manhã com esta versão da Lenda de São Martinho, seguida da sua representação gráfica. O grupo dos mais novos (4 anos), manipulou estas imagens, realizando a composição dividindo a folha em dois: 1) quando chovia; 2) quando fez sol. O grupo dos mais velhos (5/6 anos), desenhou a lenda baseando-se nesta banda desenhada.
Para dar as boas vindas à primavera e celebrarmos o dia da árvore, fomos visitar a Quinta do Bonaparte, situada na Raposeira, Trafaria. Vimos e/ou alimentámos alguns animais (cavalo, coelho, porco anão, porquinho da índia, peru, galinhas, galo, fragas, gansos, rãs), sentimos o cheiro das ervas aromáticas (lavanda, alecrim, etc..), vimos as árvores de fruto a florir (amendoeiras, pessegueiros, ameixeiras, etc..), atravessámos um canal de rega, e, claro BRINCÁMOS muito: no escorrega grande, rebolámos na relva, jogámos à bola, percorremos duas espirais gigantes, montámos um túnel com pneus, trepámos em troncos, brincámos de cavalinho, fizemos o jogo das cadeiras e o jogo das estátuas, etc.... E ainda trouxemos pinhas abertas para replicar a experiência das pinhas que se fecham na água e se abrem ao sol. Admirámos a natureza, o espaço, o silêncio e a paisagem. Foi um dia em cheio!
Iniciámos a manhã com mais uma história da nossa colega Juca que nos falava dum" A velhinha que comeu símbolos de Natal" obrigando-nos a fazer contas... De seguida, tentámos desenhar os símbolos (os mais velhos) ou recortá-los e colá-los (os mais novos) para os colocar numa grande barriga... Também estivemos a acabar uma composição sobre a neve e o Natal... Aprendendo a fazer flocos de neve e bonecos de neve, depois de decorar (grafismos) pinheiros... Também estivemos a fazer símbolos de Natal, em massa branca, que ficaram a secar para os pintar... (mais tarde completaremos este poste com os símbolos que irão enfeitar os Pinheiros de Natal lá de casa)..